segunda-feira, 7 de março de 2011

O valor de um bom-dia


Um sorriso, um bom-dia, um gesto de delicadeza, não custam nada, mas produzem um infinito de felicidade, de bem-estar, de bom humor.
Raramente os adultos sabem dizer um "muito obrigado" a uma criança, e o patrão ou a patroa agradecer ao empregado ou doméstica por qualquer obséquio realizado. Criou-se a mentalidade de que só se agradecem os favores e atenções dispensados e jamais os deveres ou obrigações realizados.
Certa vez, faz alguns anos, um agente de publicidade em Nova York tomou um táxi e pediu ao motorista que o levasse à estação rodoviária. Realizada a corrida, o motorista recusou-se a receber o pagamento da corrida. O passageiro, tomado de surpresa e com certo constrangimento, insistiu repetidamente, oferecendo-se até a pagar o dobro.
Diante daquela inusitada resistência, o passageiro ficou curioso por aquele ato de renúncia e generosidade. O motorista calmo e tranquilamente, com um sorriso nos lábios, disse:
_Há 28 anos trabalho como motorista de táxi nesta cidade e foi o senhor a primeira pessoa que me deu um bom-dia.
O agente de publicidade deu notoriedade ao fato nos grandes jornais e na televisão, causando assim um impacto coletivo na população da grande metrópole, porque trouxe à baila como as grandes cidades, em vez de humanizarem as pessoas, mais brutalizam e fazem delas feras acuadas.









Nenhum comentário:

Postar um comentário